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sábado, 21 de fevereiro de 2026

Para aprofundar na obra de Michel F.M. (Bruno Michel Ferraz Margoni), é preciso entender que sua poesia é um exercício de insubordinação. O autor transita entre o existencialismo e a crítica política, frequentemente focando na desconstrução de narrativas oficiais.


Para aprofundar na obra de Michel F.M. (Bruno Michel Ferraz Margoni), é preciso entender que sua poesia é um exercício de insubordinação. O autor transita entre o existencialismo e a crítica política, frequentemente focando na desconstrução de narrativas oficiais. 

Outro Poema: "Poesia Pandêmica"

Um dos textos mais impactantes do autor, Poesia Pandêmica, ilustra bem como ele conecta eventos reais a críticas sistêmicas: 

"Não foi o vírus que a matou
Foi o desprezo pela vida
De quem nem mesmo a conheceu" 

Análise Rápida: Assim como em "Primeiros Batimentos...", aqui o autor aponta um culpado oculto. Ele retira a "culpa" de um elemento natural (o vírus) e a desloca para a negligência política, reforçando a ideia de que a realidade é moldada por decisões de quem detém o poder. 

Temas Centrais: A Crítica ao Poder

A obra de Michel F.M. é estruturada em torno de quatro pilares principais, visíveis em suas coleções no Clube de Autores: 

A "Revolesia" (Revolução + Poesia): 

O autor defende que a poesia deve ser um ato concreto que influencie a realidade. Livros como Revolesia e Sujeitos Insubordinados focam no despertar da consciência das massas contra a opressão.

O Destino do Poder: 

Para ele, o poder não é eterno. Em um de seus pensamentos mais citados, afirma que "O destino do poder é a ruína", sugerindo que toda estrutura opressora carrega em si a semente de sua própria destruição.

A Verdade como Versão:

O autor frequentemente explora a ideia de que "A verdade é apenas mais uma versão". Isso aparece em poemas onde ele desafia o leitor a questionar quem está contando a história e por quê.

A Biopolítica e a Existência: 

Formado em História e Artes Visuais, o autor utiliza conceitos acadêmicos para falar de temas como a "Manobra de Heimlich" social ou a "Anatomia do Impulso", tratando o corpo e a mente como campos de batalha política. 

Michel F.M. - Criações 2026 - Parte 6

Michel F.M. - Criações 2026 - Parte 6 🛩️2026🛩️ Utopia em fiapos  só há uma coisa que eu queria, mas o que queremos,  no final ...