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domingo, 8 de março de 2026

A obra musical de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) caracteriza-se por uma fusão de gêneros como Rock Alternativo, Indie e Grunge. Natural de Salto (SP), o artista iniciou sua trajetória na escrita musical aos quinze anos e integrou bandas como a Reaper Saddened, Debrous, N.I.O.N. (Novos Instintos Outros Níveis), Projeto Samaritano e Elo Solene, antes de seguir carreira solo.


A obra musical de Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) caracteriza-se por uma fusão de gêneros como Rock Alternativo, Indie e Grunge. Natural de Salto (SP), o artista iniciou sua trajetória na escrita musical aos quinze anos e integrou bandas como a Reaper Saddened, Debrous, N.I.O.N. (Novos Instintos Outros Níveis), Projeto Samaritano e Elo Solene, antes de seguir carreira solo.
Principais Características e Álbuns
Sua produção é marcada por uma forte veia poética e autoral, frequentemente associada ao seu perfil como poeta e comunicólogo.
  • Delírio Absoluto da Multidão Atônita (2015): Um de seus principais álbuns, disponível em plataformas de letras e streaming.
  • Temas recorrentes: Suas letras exploram sentimentos introspectivos, relações interpessoais e críticas sociais, como visto em composições como "999 páginas em branco" e "De: Mim / Para: Ti".

Lista de Composições Notáveis

Abaixo, algumas de suas músicas registradas em plataformas como Palco MP3 e Letras.mus.br:
  • Altas do Cosmos para Noites Nebulosas 
  • Páginas Restritas
  • Guia Resumido para Trolls das Cavernas 
  • A Mudança é Você 
  • Entre Aliens E Unicórnios

Além da música, Michel F.M. possui uma produção literária ativa com mais de 30 títulos publicados no Clube de Autores, reforçando a intersecção entre sua poesia e sua sonoridade.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

O Poeta Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) possui uma produção literária contínua e volumosa, com diversos lançamentos recentes concentrados principalmente no Clube de Autores.


O Poeta Michel F.M. (pseudônimo de Bruno Michel Ferraz Margoni) possui uma produção literária contínua e volumosa, com diversos lançamentos recentes concentrados principalmente no Clube de Autores. 

Os títulos mais recentes e destacados de sua bibliografia incluem:

Arquitetura da Expectativa

Encontro de Pulsações

Anatomia do Impulso

Sujeitos Insubordinados

Poesia Pandêmica ou O Improvável Florilégio das Aventuras Impossíveis (2021)

Ensaio sobre a Distração (Volumes 1 e 2)

Revolesia (Volumes 1, 2 e Volume Único)

Beleza Concentrada a Níveis Inimagináveis

Doce Prazer da Queda Livre

Acumulador de Feitos Invisíveis

Atlas do Cosmos para Noites Nebulasas 

Além destes, o autor frequentemente organiza antologias e coleções, como a série Eclipse Vital e a obra Na Frieza do Magma (Coleção Opostos). Suas publicações costumam transitar entre a poesia lírica, reflexões filosóficas e textos experimentais. 

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terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

O conceito de "Independência Poética" de Michel F.M. (Bruno Michel Ferraz Margoni) é a base filosófica onde ele se autoproclama livre de correntes literárias tradicionais para focar na "honestidade do ser".



O conceito de Independência Poética de Michel F.M. (Bruno Michel Ferraz Margoni) é a base filosófica onde ele se autoproclama livre de correntes literárias tradicionais para focar na "honestidade do ser".
Na canção "Imundos Cavalheiros e Senhores Trogloditas", essa independência se manifesta de três formas:

  1. Liberdade de Julgamento: O autor não tenta ser politicamente correto ou agradável. Ele exerce a "independência" ao apontar a podridão moral tanto de quem está no topo ("cavalheiros") quanto de quem age de forma bruta ("trogloditas"), sem se alinhar a nenhum grupo social.
  2. Desconstrução de Títulos: Para o autor, a poesia independente serve para desmascarar aparências. Ao chamar um "senhor" de "troglodita", ele usa o verso para destruir a autoridade social e revelar a essência ética (ou a falta dela).
  3. A Poesia como Documento Real: Ele acredita que o poeta deve ser o "maior que já conheceu" no sentido de confiança em sua própria visão da verdade. Em vez de seguir métricas rígidas de "bom gosto", ele prefere o choque da realidade, expondo o que é "imundo" na sociedade.

Essa postura é o que ele chama de itinerância poética: o autor é apenas um passageiro observando e narrando as contradições humanas sem o filtro das convenções sociais. 

A Independência Poética ganha uma camada mais tátil e visceral nessas obras literárias, onde Michel F.M. utiliza o contraste sensorial para definir a experiência humana:

1. "Áspera Seda" (O Paradoxo)

O título já resume o conceito: a vida é simultaneamente suave como a seda e agressiva como a aspereza.
Nesta obra, a independência poética manifesta-se na aceitação de que a beleza não existe sem a dor.

O autor se recusa a escrever uma poesia puramente "doce", preferindo a "verdade crua" que arranha o leitor, mas mantém a elegância do pensamento.

2. Trilogia "Flores do Pântano" (A Estética do Caos)

Aqui, a metáfora é sobre o florescimento no improvável.

O Pântano: Representa a sociedade decadente, os "imundos cavalheiros" e a lama moral que o autor descreve em suas letras.

A Flor: É a poesia independente que consegue nascer desse ambiente hostil. Para Michel, ser um poeta independente é ter a capacidade de extrair algo vivo e belo do lodo social, sem se deixar contaminar pela podridão ao redor.

Michel F.M. - Criações 2026 - Parte 6

Michel F.M. - Criações 2026 - Parte 6 🛩️2026🛩️ Utopia em fiapos  só há uma coisa que eu queria, mas o que queremos,  no final ...